Diogo Mateus Garmatz
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OS JOVENS E O SUICÍDIO

UM RELATÓRIO ANUAL PUBLICADO em setembro de 2019 pela Organização Mundial da Saúde confirmou a eficácia do veneno metafísico que vem sendo servido ao mundo moderno: entre a faixa etária de 15 a 29 anos o suicídio é a principal causa de morte. As causas são variadas, o próprio relatório da OMS aponta o alcoolismo, a depressão, impulsos em momentos de crise, incapacidade de lidar com os problemas da vida, como o fim de relações, escassez de recursos, dívidas, dores agudas e doenças.[1] Todas essas causas apontadas pelo relatório são superficiais, no sentido de que falta profundidade: elas apontam a manifestação do mal, o florescimento de algo já enraizado na alma, não as suas origens, não as raízes.
     Bem, cabem as perguntas: Qual é a causa do alcoolismo? O que joga as pessoas na tristeza profunda? O que torna uma vida destruída por dentro a ponto de andar em farrapos pelas sarjetas com uma garrafa de cachaça na mão? O que as deixa com uma estrutura tão frágil a ponto de não suportar os mais corriqueiros problemas da vida, como uma crise financeira ou um divórcio? O que as leva a se entregarem a uma doença e não apresentarem nenhuma resistência, incapazes do menor esforço para lutar contra ela e continuar vivendo? Os números são alarmantes demais para que não se faça nenhuma tentativa que seja em busca de melhores respostas. Se há um caminho por onde se possa rastrear a origem do mal mesmo e não a sua já manifestação em uma alma humana, com certeza nessa busca o caçador vai encontrar vestígios de envenenamento e cheiro de morte, vai encontrar placas ao lado do caminho onde ideias estão escritas e fincadas como sustentáculos mesmos do espírito, ideias como a negação da verdade, a disseminação da ideia de que Deus não existe, de que a vida não tem sentido, de que não existe nada para além daquilo que não pode ser observado e experimentado, de que não há evidência de qualquer transcendência, verdade metafísica ou realidade espiritual.
     90% dos casos de suicídios podem ser evitados, justamente porque eles são precedidos de pensamentos suicidas ou sobre morte. O ato final do desespero não é uma decisão aleatória tomada em um átimo de segundo sem nenhuma reflexão prévia sobre o assunto. Embora possa advir de um impulso momentâneo, ninguém acaba com a própria vida sem nunca ter pensado em fazê-lo ou em como fazê-lo. Como dizia Sêneca, “Não é a última gota que esvazia a clepsidra, mas toda a água que anteriormente foi escorrendo”.[2] Tanto o é que os estoicos recomendavam o suicídio como um recurso da racionalidade, como conclusão de uma reflexão, como resultado de uma profunda meditação sobre o assunto, nunca como um impulso impensado; daí ser por eles considerado como um ato glorioso e corajoso de um verdadeiro sábio.
     Existe uma forma já testada na história de exterminar uma população sem disparar um único tiro: cercá-la e privá-la do mínimo de nutrientes necessários para viver; em pouco tempo, a eficiência do método se faz atestada pelo odor que vem dos cadáveres. Da mesma forma, um mundo jogado no niilismo, assaltado de seu significado, estilhaçado em seu sentido, condena o espírito à morte por inanição. A morte física que se segue é mera consequencia do que já aconteceu na alma. “... Na medida em que nosso universo se planifica, o mesmo ocorre com nossa cultura; e como aponta Huston Smith: “uma vida repleta de sentido não é possível num mundo desprovido de sentido”.”[3]
     Eis a definição de suicídio por Émile Durkhein: “Todo o caso de morte que resulta directa ou indirectamente de um acto positivo ou negativo praticado pela própria vítima, acto que a vítima sabe dever produzir este resultado”.[4] No entanto, não restringindo tal definição, Durkhein corrobora ainda na mesma página que determinadas atitudes estão estreitamente ligadas ao suicídio, como a imprudência e a negligência! 
     A juventude é ensinada que a ela pertence o vigor e a força para mudar o mundo, para revolucionar o que o conservadorismo está atravancando, que ideias antigas são velhas e ultrapassadas, que a época em que vivem é a de maior esplendor e o auge da evolução humana, portanto, a eles pertence o conhecimento máximo que a humanidade jamais obteve. Tolos. Presas fáceis. Vítimas que não reagem, não gritam nem esperneiam. Correm para o matadouro com disposição, esbravejando contra quem quer que ouse alertá-las do fim que as espera. “Todos afinal esquecem o mais importante: a humanidade é herdeira de si mesma e o patrimônio cultural da humanidade não é propriedade de ninguém, mas de todos”.[5]
     Há uma inclinação nos jovens de julgarem-se a locomotiva do futuro, basta um empurrãozinho e logo pensam ser a nave espacial que dividirá a história em eras. É para o futuro que apontam suas energias, são ensinados, louvados e inclusive admirados por isso, e quando o fazem, é com um cínico desprezo ao passado.
     Como entender essa postura se os jovens convivem ao mesmo tempo com pessoas maduras e com velhos? Acaso seus contemporâneos não dividem com eles a mesma época e, mais ainda, não viveram mais do que eles? Esquecem que quando nasceram, esses que com empáfia desprezam já estavam aqui? Ortega y Gasset diferenciava contemporaneidade de coetâneidade; em um mesmo “hoje” são coetâneos os jovens, os homens maduros e os velhos. Neste exato dia, há aqueles que estão nascendo e há aqueles que estão morrendo, há aqueles que estão cheios de vida e com o olhar no futuro e há aqueles que andam escorados em muletas. Neste exato dia, estão dividindo a mesma fatia de agora o bebê de dez dias, o jovem de vinte anos, o homem de quarenta e o velho de oitenta., cada um olhando para o mesmo tempo presente de uma perspectiva diferente. Se o jovem se vê como partícipe do ápice da humanidade e como principal engenheiro do amanhã, porque não o seriam também os seus coetâneos?  Viver com o olhar no futuro é uma tolice, é primeiro com os mortos que se deve falar, é nos cemitérios que se deve passear antes de mais nada. Quando Aristóteles tratava de um problema, só se debruçava sobre ele depois de ouvir o que os mortos tinham a dizer e, uma vez estabelecido o status quaestiones, se esmerava em dar um passo além, por mínimo que fosse, sem se preocupar em deixar pontas para serem amarradas pelas gerações que o sucederiam. Uma biblioteca é um eco de mortos que deixaram como herança descobertas e pistas para aqueles que ainda viriam a existir. Há um silêncio imperativo em toda biblioteca, mas também uma agitação de vozes vindas dos mais remotos tempos.
     Seria muita ingenuidade pensar que os mesmos que preparam a solução venenosa e aqueles que a servem à juventude, ao germe de uma geração, irão pedir desculpas e assumir seus erros. Eles continuarão como os paladinos da razão, como os libertadores do misticismo e da superstição, como os baluartes da mais alta expressão de intelectualidade e esclarecimento. O culpado já está dado de antemão, a priori, vai se repetir o que aconteceu com a ciência.
 
É uma das maiores ironias do destino que o caminho para criar os mais terríveis instrumentos de destruição tenha sido aberto por homens que primavam pelo amor à paz, e os mais poderosos meios de escravidão se devam a notáveis paladinos da liberdade humana.[6]
 
 Como diria Richard. M. Weaver, “As ideias tem consequências”. O suicídio é um problema mundial que tem arrastado multidões de jovens ao encontro da morte, e essa realidade já está fartamente consolidada por dados estatísticos pelas mais variadas fontes, como registrou Viktor Frankl:
 
Numa universidade americana 60 jovens, que haviam tentado o suicídio, foram sucessivamente entrevistados e 85% deles afirmaram que a razão daquele gesto era que “a vida parecia vazia de sentido”. O fato mais importante é que 93% desses estudantes sofriam pela ausência de sentido para a vida “eram ativamente participantes do plano social, tinham boa situação acadêmica e tinham um bom relacionamento com todos os membros de suas famílias.” O que temos nesse caso, diria eu, é exatamente um grito não escutado por um sentido para a vida e isso não está limitado apena a uma universidade. Consideremos a impressionante taxa de suicídios de estudantes universitários americanos, abaixo apenas dos acidentes rodoviários na escala das causas mais frequentes de morte. Mas as tentativas de suicídio são talvez quinze vezes mais numerosas.[7]
Um professor de um instituto médio superior convidou seus alunos a apresentar-lhe qual o problema desejavam eventualmente aprofundar, com a permissão de fazê-lo de forma anônima. As questões que lhe oram apresentadas iam desde a toxicodependência ao sexo até a vida em outros planetas. Mas a questão mais frequente — quem acreditaria! — foi o suicídio.[8]
 
     Os jovens também envelhecem e, por óbvio, eles não são as únicas vítimas do holocausto metafísico. Dentre todas as faixas etárias, a população idosa é a mais vulnerável ao suicídio. Em geral, A cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio no mundo. Parafraseando o professor Orlando Fedeli, ensinar uma mentira metafísica mata mais do que receitar ácido para a tosse, porque mata as almas. Viktor Frankl relatou que presenciou pessoas encontrando um sentido e forças para lutar pela vida em um campo de concentração; do lado de fora, o mundo se mostra tão perigoso quanto. Parece mesmo que as Filosofias modernas destroem muito mais o sentido da existência do que o terror psicológico de um campo de concentração.  A Segunda Guerra Mundial durou seis anos e morreram 6 milhões de judeus nos campos de concentração. Do lado de fora, no mesmo período de seis anos, 4,8 milhões perdem a vida, não executadas em câmaras de gás, ou queimadas em crematórios, nem caindo de inanição pelas estradas, mas suicidando-se. A diferença entre os números pouco significa quando as circunstâncias são consideradas. Se concessões e ponderações precisam ser feitas considerando que a população mundial extrapola em muito o número de prisioneiros dos campos de concentração, o mesmo deve ser feito com o outro lado, pois as condições de vida extrapolam em muito, também, as condições de um campo de concentração, e embora haja penúria, fomes e guerras no mundo para além dos arames da SS, os maiores índices de suicídio são registrados em países ricos e desenvolvidos. A crise em que as almas estão afundadas é tão mortal a elas quanto um campo de concentração o era para seus prisioneiros.
     É surpreendente que as pessoas mais vulneráveis ao suicídio não sejam as que estejam com os cacos de suas vidas nas mãos, que estejam atravessando um vale de lágrima, mas aquelas que nada têm a reclamar, que de nada sentem falta, que estão estabelecidas profissionalmente, socialmente e financeiramente.
     O ser humano não é feito apenas de uma corrida pela vitória, suscetível apenas ao fracasso ou ao sucesso, mas é também um ser que busca sentido em eu espírito, e por isso experimenta tanto a realização quanto o desespero. O ser humano pode estar em um período de sucesso e mesmo assim sentir desespero e uma completa falta de sentido na vida; pode experimentar um acachapante fracasso e mesmo assim estar pleno de realização, de sentido e propósito em sua existência. Mesmo as pesquisas comprovam que a população mais vulnerável está naquelas mais bem sucedidas economicamente e socialmente. O desespero não é determinado pelas circunstâncias que atingem a pessoa, é determinado por sua situação de espírito.
     O teórico da administração Maslow formulou uma pirâmide das necessidades humanas em um grau ascendente de prioridades, conhecida como a Pirâmide de Maslow. Na base da pirâmide, estão as necessidades fisiológicas, como comida e água, seguidas das necessidades de segurança, como emprego e propriedade. A pirâmide segue em direção ao topo passando por necessidades de relacionamento, de estima até que em seu auge surge a realização pessoal. A ideia é que a pessoa que não tem suas necessidades básicas atendidas não pode atingir o topo da pirâmide, ou seja, aquele que está desempregado e sem comida na mesa, está impossibilitado de sentir-se realizado até que tais necessidades primárias estejam atendidas. No entanto, o que se verifica no espírito humano é que quanto mais crítica a situação de uma pessoa, mais o topo da pirâmide desce à base, e quando nenhuma necessidade é atendida, o topo ocupa a base definitivamente e tudo o que importa é encontrar um sentido para a vida, uma razão e um propósito para o sofrimento.
 
Foi desprezado ou esquecido que se uma pessoa chegou a colocar as bases do sentido que procurava, então está pronta a sofrer, a oferecer sacrifícios, a dar até, se necessário, a própria vida por amor daquele sentido. Ao contrário, se não existir sentido algum para seu viver, uma pessoa tende a tirar-se a vida e está pronta para fazê-lo mesmo que todas suas necessidades sob qualquer aspecto estejam satisfeitas.[9]
 
     Parece que são as dificuldades mesmas que trazem ao ser humano a força para encontrar o significado procurado, enquanto que o conforto e o sossego tendem a minar o espírito. Parece mesmo que a vitória sossega os ânimos. Por certo, a vitória é também o fim das batalhas, e o fim das batalhas faz cessar o clamor por guerreiros. Aos soldados, as trincheiras, os bombardeios e o zunido constante das balas alimentavam a vontade de viver e a esperança de voltar para casa. Aquilo que parecia ser a maior fraqueza de um soldado acaba por se mostrar a sua maior força. Tire de um homem o seu trabalho, a sua luta, e sua dignidade também lhe será tirada. Um homem em dificuldades pode ser mais forte do que uma fera ameaçada. Um homem que não é desafiado, que não é exigido, que não é chamado ao empenho, acaba por sofrer com uma neurose que finca as raízes no âmago do seu espírito.
     É justamente quando a vida desmorona e tudo o que resta é o ser com seu espírito e mais nada que a sede a ser saciada é a sede por transcendência, a sede da alma, a sede por significado.
 
Aconteceu no gueto de Theresienstadt: foi publicada uma lista com o nome de cerca de mil jovens que na manhã seguinte seriam retirados do gueto. Quando amanheceu o dia, era do conhecimento geral que a livraria do gueto foi esvaziada. Cada um daqueles rapazes — que estavam condenados a morrer no campo de concentração de Auschwitz — pegara um par de livros do poeta, do romancista ou pensador preferido e o escondera na mochila. Quem vai então me convencer que tinha razão Bertold Brecht quando proclamava em sua Ópera dos três Vinténs: “Em primeiro lugar vem a pança para encher; depois a moral!” (Erst kommt das Fressen, dann kommt die Moral).[10]

     O zelo e o cuidado com as ideias que são difundidas e ensinadas, principalmente aos jovens, não devem de maneira alguma serem considerados nem confundidos com censura ou cerceamento da liberdade de pensamento. Sócrates e Platão não eram censores, eram prudentes e responsáveis. Há uma classificação indicativa em obras audiovisuais que indica a faixa etária para a qual determinado conteúdo é inapropriado. Não se ensina fórmula de Bháskara a alunos da quarta série. Ninguém exerce o direito de voto com menos de dezesseis anos. Ninguém dirige um automóvel antes dos dezoito. Há lugares onde a entrada de adolescentes é proibida. Ninguém pode ser eleito a qualquer cargo eletivo antes da maioridade. Há restrições quanto a lugares, quanto ao que pode ser visto, quanto a exercício de direitos, quanto ao que se pode beber, há uma proteção que envolve todos os aspectos do universo do adolescente, mas não há nenhuma restrição quanto às filosofias e às ideias que são apresentadas a essa faixa etária. A um adolescente de quinze anos pode ser apresentada qualquer filosofia, sem qualquer cautela, sem qualquer prudência, sem qualquer restrição. É claro que não há como controlar pensamentos, eles são a máxima expressão da liberdade humana, e quem apresenta as ideias o faz ainda com total aderência à legalidade. Por isso, a prudência no ato de apresentar filosofias aos jovens deve ser antes uma postura moral, uma atitude consciente e responsável, não uma imposição. De fato, nem tudo que é legal é justo e nem tudo que é injusto é ilegal. Se há tantos impedimentos legais que reconhecem a imaturidade dos jovens, como considerar que eles saberão distinguir entre informação e sugestão quando mergulharem em filosofias como a estoica? Como uma geração já à mercê da crise do mundo moderno que experimenta um elevado índice de casos de depressão e suicídio vai digerir a leitura de textos como o do estoico Sêneca, que faz explicitamente apologia ao suicídio?:
 
Na vida é como no teatro: não interessa a duração da peça, mas a qualidade da representação. Em que ponto tu vais parar, é questão sem a mínima importância. Pára onde queres, mas dá à tua vida um fecho condigno.
O sábio prolongará a sua vida enquanto dever, e não enquanto puder.
A vida agrada-te? Então, vive! Não te agrada? És livre de regressar ao lugar de onde vieste!
Nada de melhor concebeu a lei eterna do que, embora nos dando apenas uma entrada na vida, ter-nos proporcionado múltiplas saídas.
Um homem corajoso e sábio não deverá fugir da vida, mas sim sair dela.
Não há razão para pensar que apenas os grandes  tiveram a força necessária para romper as barreiras da servidão humana, não há motivo para pensar que um tal acto só está ao alcance de um Catão, que para exalar a alma abriu com as mãos a ferida que o punhal deixara estreita. Tem havido homens da mais baixa condição que num ímpeto de coragem alcançaram o porto seguro da morte: impedidos pelas circunstâncias de morrer tranquilamente, sem possibilidade de elegerem livremente o instrumento do suicídio, lançaram mão do que encontraram e, pela sua coragem, transformaram em armas objetos por natureza inofensivos. Não há muito, um dos Germanos destinados aos combates com as feras, enquanto se faziam no circo os preparativos para o espetáculo da manhã, retirou-se para satisfazer uma certa necessidade corporal – a única oportunidade que teve para estar sozinho, longe do olhar dos guardas; então agarrou num daqueles paus com uma esponja atada na ponta que se para limpar as imundícies e enfiou-o pela garganta abaixo, morrendo por asfixia. [...] podes ver como, para morrer, o único obstáculo que se nos põe é a vontade! Sobre o acto tão determinado deste homem cada um pode pensar o que quiser, desde que se assente neste ponto: é preferível o suicídio mais imundo à mais higiênica servidão.[11]
Para qualquer lado que dirigires o teu olhar, verás o fim dos males: vês aquele precipício? Dele se desce para a liberdade. Vês aquele mar, aquele rio, aquele poço? No seu fundo acha-se a liberdade. Vês aquela árvore?... dali pende a liberdade. Observas o teu pescoço, a tua garganta, o teu coração? Representam tantos outros meios de libertação da escravidão. Mostro-te saídas muito penosas, que exigem grande coragem ou força? Perguntas qual é o caminho da liberdade? Qualquer veia do teu corpo.[12]

 
[1]O relatório pode ser conhecido no site das Nações Unidas Brasil no seguinte link: https://nacoesunidas.org/um-suicidio-ocorre-a-cada-40-segundos-no-mundo-diz-oms/.
 
[2]Séneca, Lúcio Aneu. Cartas a Lucílio. Lisboa: Gulbenkian, 1991. Pág. 93.
[3]Smith, Wolfgang. A Sabedoria da Antiga Cosmologia. Tradução de Adriel Teixeira, Bruno Geraidine e Cristiano Gomes. Campinas-SP: Vide Editorial, 2017. Pág. 368.
 
[4] Durkheim, Émile. O suicídio. Lisboa; Presença, 1987. Pág. 10.
 
[5]Santos, Mário Ferreira dos. A Invasão Vertical dos Bárbaros. São Paulo-SP: É Realizações, 2012. Pág. 129.
 
[6]Smith, Wolfgang. Opus Citatum. Pág. 216.
 
[7]Frankl, Viktor E. Em Busca de Sentido. Porto Alegre-RS: Editora Vozes, 2017. Págs. 18,19.
 
[8]Ibidem. Pág. 22.
 
[9]Ibidem. Pág. 18.
 
[10]Ibidem. Pág. 34.
 
[11] Séneca, Lúcio Aneu. Cartas a Lucílio. Lisboa: Gulbenkian, 1991.  Págs. 328, 264, 267, 94, Carta 70, 19-21.
 
[12] Séneca apud Mondolfo, 1973. Pág. 161.
Diogo Mateus Garmatz
Enviado por Diogo Mateus Garmatz em 20/03/2020
Alterado em 14/08/2020
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